Sexo verbal continua sem fazer meu estilo, então faz o favor de calar tua boca, te preocupar menos e fzer a coisa bem feita!!!
Beijos meus amores to saindo para atropelar algumas pessoas nas ruas, juro que logo estarei boa nessa arte de ser motorista de bebados que nem vcs!
alás o quarto girou mto ontem!
bem diver!
bom tenho mto trabalho pela frente, beijos!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Reforma ortográfica
Não consegui me acostumar com isso não...sempre odiei português e suas regrinhas demorei anos para decorar as malditas crases,tremas e acentos,não lembro de nenhuma regra simplesmente decorei onde ficavam os acentos de cada palavra... essa reforma anda acabando comigo...Mas pelo menos uma coisa eu ja aprendi..
"Nunca mais trema em cima da linguiça"
Aproveitando o tema sobre lingua portuguesa :

A dúvida que fica, quem estava bebâdo??
O americano? O cavalo? O redator? Ou tudo isso é obra de um estagiário?
"Nunca mais trema em cima da linguiça"
Aproveitando o tema sobre lingua portuguesa :

A dúvida que fica, quem estava bebâdo??
O americano? O cavalo? O redator? Ou tudo isso é obra de um estagiário?
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Chego eu no trabalho,vou abrir meus emails e me deparo com uma foto intrigante....da um look no nome da padaria...
agora mentaliza comigo uma Panificadora Pão com droga...imaginou, não??
Pense comigo...
Um pãozinho francês recheado com maconha. Quanto mais o se come o pão, mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome e mais come pão e mais fica com fome...
Um estouro de venda...
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E da voltas...
É engraçado como esse mundo da voltas.....
Ou quem sabe eu esteja sofrendo de alguma crise de bipolaridade, vai saber, vai que isso pega!!!!
Já escrevi sobre isso, mas é algo que continua no meu pensamento...
É incrível a força que as coisas tem para acontecer nas horas certas, eu já penso que é nas horas erradas, mas há quem diga que Deus ainda escreve certo por linhas tortas.
Eu pensei tanto em ti esses últimos tempos, uma lembrança boa, de alguém que me fez ver o mundo de uma forma tão diferente, existia uma alegria dentro de mim que poucas pessoas conseguiram fazer existir, eu te amava, sem precisar pronunciar isso, em cada gesto, em cada carinho, cada vez que eu te via dormir no meu colo, cada curva idiota que tu fazia pra eu saber pelo barulho do carro que era tu, cada coca que tu pegava e esquecia jogada pelos cantos da casa, ou aquele maldito toque da shakira que tanto me traumatizou....
Pouco mas intenso, hà quem duvide do que eu sentia, foi uma troca, um amor criado aos poucos, era tão bom te ter aqui que eu esquecia da hora, da aula, de tudo....
simplesmente porque não existia sensação melhor que dormir contigo....
Mas passou, confesso doeu bem mais em mim do que em ti, eram fases de vida diferentes, e depois eu entendi do que tu tava precisando. Lamentei a perda, mesas de bar, colo de amigas, beijos me outras bocas, de tudo um pouco....e passou!
Passou no dia em que eu te olhei como "a pessoa especial que mudou em muito a minha vida" ou no dia que eu concordei com a Laura que era a tartaruga ninja.
E hoje mais madura, mais tranquila, e amando tudo que essa minha vida de solteira tem a me oferecer, eu saiu por ai, sem hora pra voltar, sem pais me cobrando, sem dever explicação a ninguém e com o vestido mais produzido, rumo a tomar minha caipirinha com as minhas amigas, mas eu esqueci, esqueci que era lá a nossa confraria, que foi lá que tudo começou, que foi lá que eu dei risada do teu cabelo espetado e brinquei que teu carro era teu instrumento de pegar mulher. É maldito lugar que tu aprendeu na frequentar cmg, sempre confiei no teu bom gosto, e tu continuou indo lá....
Não vou te dizer que não doeu em mim escutar todas as tuas lamentaçãoes, teus pedidos de desculpa, mas não da, aquilo não volta, e se voltar pra que seria? novos sofrimentos? não me garanto tanto assim em te beijar e não sentir nada.
Prefiro continuar aqui, levando a minha vida calma de solteira e quando eu me sentir ameaçada como me senti cntg eu saiu correndo, foi tu que me ensinou a ter esse escudo de proteção.
Com amor.....
Ou quem sabe eu esteja sofrendo de alguma crise de bipolaridade, vai saber, vai que isso pega!!!!
Já escrevi sobre isso, mas é algo que continua no meu pensamento...
É incrível a força que as coisas tem para acontecer nas horas certas, eu já penso que é nas horas erradas, mas há quem diga que Deus ainda escreve certo por linhas tortas.
Eu pensei tanto em ti esses últimos tempos, uma lembrança boa, de alguém que me fez ver o mundo de uma forma tão diferente, existia uma alegria dentro de mim que poucas pessoas conseguiram fazer existir, eu te amava, sem precisar pronunciar isso, em cada gesto, em cada carinho, cada vez que eu te via dormir no meu colo, cada curva idiota que tu fazia pra eu saber pelo barulho do carro que era tu, cada coca que tu pegava e esquecia jogada pelos cantos da casa, ou aquele maldito toque da shakira que tanto me traumatizou....
Pouco mas intenso, hà quem duvide do que eu sentia, foi uma troca, um amor criado aos poucos, era tão bom te ter aqui que eu esquecia da hora, da aula, de tudo....
simplesmente porque não existia sensação melhor que dormir contigo....
Mas passou, confesso doeu bem mais em mim do que em ti, eram fases de vida diferentes, e depois eu entendi do que tu tava precisando. Lamentei a perda, mesas de bar, colo de amigas, beijos me outras bocas, de tudo um pouco....e passou!
Passou no dia em que eu te olhei como "a pessoa especial que mudou em muito a minha vida" ou no dia que eu concordei com a Laura que era a tartaruga ninja.
E hoje mais madura, mais tranquila, e amando tudo que essa minha vida de solteira tem a me oferecer, eu saiu por ai, sem hora pra voltar, sem pais me cobrando, sem dever explicação a ninguém e com o vestido mais produzido, rumo a tomar minha caipirinha com as minhas amigas, mas eu esqueci, esqueci que era lá a nossa confraria, que foi lá que tudo começou, que foi lá que eu dei risada do teu cabelo espetado e brinquei que teu carro era teu instrumento de pegar mulher. É maldito lugar que tu aprendeu na frequentar cmg, sempre confiei no teu bom gosto, e tu continuou indo lá....
Não vou te dizer que não doeu em mim escutar todas as tuas lamentaçãoes, teus pedidos de desculpa, mas não da, aquilo não volta, e se voltar pra que seria? novos sofrimentos? não me garanto tanto assim em te beijar e não sentir nada.
Prefiro continuar aqui, levando a minha vida calma de solteira e quando eu me sentir ameaçada como me senti cntg eu saiu correndo, foi tu que me ensinou a ter esse escudo de proteção.
Com amor.....
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
E agora quem poderá me defender....

E o chapolin colorado nem se mexeu....ohh ceus ohh vida..até meu horoscopo personalizado está confabulando contra mim ou seria um alerta?!!?!!?!?
"Eis que a Lua torna-se cheia, formando uma oposição ao Sol, no eixo 1/7 do seu mapa astrológico, entre os dias 09/02 (Hoje) e 12/02, Laura. Estes serão dias delicados, onde a palavra-chave é ajuste dos relacionamentos: quem sou eu e quem é o outro? Até que ponto eu vejo o outro como outra pessoa, até que ponto perco a objetividade e o vejo como um espelho de mim? Todos nós tendemos a projetar coisas de nossas almas sobre as outras pessoas, em maior ou menor grau, e em alguns momentos específicos. Convém, Laura, neste momento, você avaliar melhor se aquilo que você tanto critica ou elogia em seu próximo está realmente no outro ou se é algo seu que se encontra projetado. Este pode ser um maravilhoso momento de complementaridade, em que surge alguém com as peças que faltavam para você montar um quebra-cabeças, mas pode também ser um momento de confronto, em que dolorosamente alguém lhe enfia o dedo na ferida.
Amores antigos podem dar sinal de vida: mesmo que você não queira a proximidade destas pessoas, procure ouvir o que elas têm a lhe dizer, podem ser coisas que lhe servirão para sua evolução enquanto ser humano."
Amores antigos podem dar sinal de vida: mesmo que você não queira a proximidade destas pessoas, procure ouvir o que elas têm a lhe dizer, podem ser coisas que lhe servirão para sua evolução enquanto ser humano."
O ceú explica tudo...
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sincronia....
sincronia geral Pretinha.....Acho que foram as meditações e tudo mais!!!!!
Fala sério....que farei eu, que fara tu???
o que faremos?????
já sei joga tudo dentro do armario tranca bem a porta pegamos nos batmovel e vamos pra praia, ou passar uns dois meses na Espanha...
Se na volta tiver sobreviventes a gente abre a porta do armario e decide o que faz!
Ta falando sério....to assustada!!!!
E favor honrar teus compromissos cmg essa semana, serão mtos...
To indo pegar um sol pela gente, tu fica preta eu tenho que ficar tb!
Vai ganhar dinheiro ai que dai eu ganho tb....e vai ser criativa e escrever algo.... minha gemula que eu amo taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanto!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ah esse mundo da voltas....
Fala sério....que farei eu, que fara tu???
o que faremos?????
já sei joga tudo dentro do armario tranca bem a porta pegamos nos batmovel e vamos pra praia, ou passar uns dois meses na Espanha...
Se na volta tiver sobreviventes a gente abre a porta do armario e decide o que faz!
Ta falando sério....to assustada!!!!
E favor honrar teus compromissos cmg essa semana, serão mtos...
To indo pegar um sol pela gente, tu fica preta eu tenho que ficar tb!
Vai ganhar dinheiro ai que dai eu ganho tb....e vai ser criativa e escrever algo.... minha gemula que eu amo taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanto!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ah esse mundo da voltas....
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Por que eles voltam?
A gente sofre, chora, tenta se reconciliar, faz tudo para que dessas vez as coisas dêem certo...mas não da!E ai começa aquele decorrer de fases......
Na primeira fase, a gente não quer sair, somos arrastadas pelas amigas, a noite não tem graça..até que der repente a companhia das amigas começa ser engraçada, a vida de solteira começa a ter aquele sabor especial e nos ate lembramos do infeliz...
Mas são lembranças boas e não mais aquelas de encher os olhos de lágrimas..
Dai a gente sai com um com outro, descobre o que a gente não quer pra gente, o que não vai dar em nada, adquirimos experiências e boas histórias para contar para as amigas nas mesas de bar regadas a muita caipirinha....
Bom, ate que um dia achamos alguém que nos faça bem, nos divirta e conseguimos conciliar a nossa vida de solteira com essa outra pessoa para nos preencher nos momentos de vazio.
até ai tudo otimo, um vida perfeita....
Mas ai como tudo relacionamento existe seus desentendimentos, que servem pra gente pensar, o que queremos da nossa vida!!!
E ai que entra esses malditos ex....
To eu em uma segunda pensativa, um pouco triste, um pouco aliviada.... pensando o que fazer com o turbilhão de coisas que passa em minha mente e toca o maldito celular...
Admito que a primeira pessoa que eu pensei que fosse seria ele... mas não era...
Era aquele lá do começo do texto...aquele que eu tentei de tantas formas ser feliz...Meses sem ver aquele nome no chamando e era o próprio... olho pra Laura e falo: atendo????
E ela me diz, atende vamos ter do que rir nessa noite....
E agora tu me explica, pra que aparecer na minha vida depois de todos esses meses, homens só podem ter faro de saber quando estamos pensativas sobre nosso novo relacionamento...
Não sei o que tu quer comigo vindo me ver, não sei o que tu quer me fazendo todos esses convites, mas sei que tu ta lendo isso.... e eu te digo, CHEGA!
Tu voltou....como eu tanto quis....quem sabe por me ver mais madura, mais independente ou por ver que a vida ai fora não era Tao boa como a que tu tinha aqui comigo...
Mas sinto de informar, posso ta confusa, pode ta passando tudo na minha cabeça....mas voltar contigo que não vai resolver.
Segue tua vida como eu segui a minha e do fundo te desejo, seja muito feliz, as tuas lembranças estão guardadas aqui a tua importância também....mas é tarde d+, em 6 meses acontece muitas coisas e infelizmente HOJE eu não te quero mais.... da próxima vez espero que essa tua ficha caia mais cedo...mas não comigo, eu não sou a mulher da tua vida desiste...
E deixe meu celular livre das tuas ligações....pelo menos nessa minha fase...
Obrigada...e não volte mais...
Na primeira fase, a gente não quer sair, somos arrastadas pelas amigas, a noite não tem graça..até que der repente a companhia das amigas começa ser engraçada, a vida de solteira começa a ter aquele sabor especial e nos ate lembramos do infeliz...
Mas são lembranças boas e não mais aquelas de encher os olhos de lágrimas..
Dai a gente sai com um com outro, descobre o que a gente não quer pra gente, o que não vai dar em nada, adquirimos experiências e boas histórias para contar para as amigas nas mesas de bar regadas a muita caipirinha....
Bom, ate que um dia achamos alguém que nos faça bem, nos divirta e conseguimos conciliar a nossa vida de solteira com essa outra pessoa para nos preencher nos momentos de vazio.
até ai tudo otimo, um vida perfeita....
Mas ai como tudo relacionamento existe seus desentendimentos, que servem pra gente pensar, o que queremos da nossa vida!!!
E ai que entra esses malditos ex....
To eu em uma segunda pensativa, um pouco triste, um pouco aliviada.... pensando o que fazer com o turbilhão de coisas que passa em minha mente e toca o maldito celular...
Admito que a primeira pessoa que eu pensei que fosse seria ele... mas não era...
Era aquele lá do começo do texto...aquele que eu tentei de tantas formas ser feliz...Meses sem ver aquele nome no chamando e era o próprio... olho pra Laura e falo: atendo????
E ela me diz, atende vamos ter do que rir nessa noite....
E agora tu me explica, pra que aparecer na minha vida depois de todos esses meses, homens só podem ter faro de saber quando estamos pensativas sobre nosso novo relacionamento...
Não sei o que tu quer comigo vindo me ver, não sei o que tu quer me fazendo todos esses convites, mas sei que tu ta lendo isso.... e eu te digo, CHEGA!
Tu voltou....como eu tanto quis....quem sabe por me ver mais madura, mais independente ou por ver que a vida ai fora não era Tao boa como a que tu tinha aqui comigo...
Mas sinto de informar, posso ta confusa, pode ta passando tudo na minha cabeça....mas voltar contigo que não vai resolver.
Segue tua vida como eu segui a minha e do fundo te desejo, seja muito feliz, as tuas lembranças estão guardadas aqui a tua importância também....mas é tarde d+, em 6 meses acontece muitas coisas e infelizmente HOJE eu não te quero mais.... da próxima vez espero que essa tua ficha caia mais cedo...mas não comigo, eu não sou a mulher da tua vida desiste...
E deixe meu celular livre das tuas ligações....pelo menos nessa minha fase...
Obrigada...e não volte mais...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Psicocronicando

Eis uma pergunta de teste de auto-conhecimento, do que você tem medo?. Eu poderia responder o óbvio: Tenho medo do escuro, medo de elevador. Aos dez anos de idade, fiquei presa em um por uma hora. O que me rendeu um medo maior: A claustrofobia. Detesto lugares pequenos, abafados e fechados.Mas seria simples demais. Coisa resumida em cinco linhas apenas. E, como eu não me contento com pouco resolvi ir encarar o assunto.
Tenho medo do inseguro,tenho medo que me mintam,que me enganem ,tenho medo da decepção, da desilusão....e tudo isso são medos que convivem comigo a anos,não são nenhuma novidade para mim e ate me servem de explicação para mtas coisas na minha vida ,inclusive atitudes.
Pensando sobre isso li um texto do qual gostei muito(esse é pra ti pequena,observa a mensagem subliminar,huahauhauhau!!!)
Tenho medo do inseguro,tenho medo que me mintam,que me enganem ,tenho medo da decepção, da desilusão....e tudo isso são medos que convivem comigo a anos,não são nenhuma novidade para mim e ate me servem de explicação para mtas coisas na minha vida ,inclusive atitudes.
Pensando sobre isso li um texto do qual gostei muito(esse é pra ti pequena,observa a mensagem subliminar,huahauhauhau!!!)
Com o tempo passamos a ter o direito de escolher os nossos parceiros. A partir daí, iniciou-se a nossa árdua tarefa de sair à procura, conhecer pessoas, experenciar vários namoros em busca da chamada pessoa certa.
Só que essa busca teve suas conseqüências. Nossa realidade não permite mais espaço para os contos-de-fadas. Estamos vivendo em uma cultura cada vez mais individualizada, pautada pelos nossos interesses individuais. O ego de nossa individualidade incha-se cada vez mais. E isso se reflete no campo sentimental. Nosso discurso continua a dizer que sonhamos viver um grande amor; mas nossas ações não querem fazer concessões do tipo ceder às pressões do parceiro. Queremos sim, impor-nos sobre o outro, ser servido sentimentalmente, mas desde que a outra parte esteja sobre em nosso domínio. Esquecemos que amar é a arte de às vezes ceder, compartilhar, ser recíproco e não os donos de todas as situações.
Pautado pelo nosso medo de perder a nossa individualidade e independência, surgem alguns medos oriundo de várias fontes, sendo uma delas as nossas fragilidades que tentamos a todo instante ocultar. Só consegue viver uma história de amor quem não teme a se entregar numa relação, a ter certo grau de dependência do outro, o que também não significa ficar na mão da pessoa e sim compartilhar sentimentos e momentos juntos. E muitos hoje em dia, por não conseguirem ter essa abertura de entrega amorosa, sufocada pelo modismo do individualismo, estão desenvolvendo em suas psiques grande sofrimento e dor. Essas pessoas querem apenas ser amadas em vez de amar para não se decepcionar quando ocorrer o fim das relações. Sobre o escudo de quem é maduro e dono da situação, na verdade pode esse comportamento estar “denunciando” um ato de falta de amadurecimento sentimental, o medo de se entregar nas experimentações ou, sendo popular, revelar um ato de covardia.
Esta cada vez mais em alta e amor-passional, egoísta com suas necessidades de exclusividade e absorção muito mais interessado nas atrações físicas, paixão e idealização do parceiro. De surgimento súbito e com pouca duração por ser basicamente muito mais uma questão de emoção/atração do que deliberação e escolha. É no amor-passional que estão muito mais os medos que o amor se acabe, surgindo os sentimentos de perdas. Por isto, há mais as necessidades e assistência mútua nas atividades cotidianas básicas de cada um, a enorme necessidade de estar a todo o momento policiando os passos e atividades do outro.
Nada deixa o ser humano tão feliz e realizado quanto estar bem no campo sentimental, estar ao lado da pessoa amada com sensação de plenitude e paz. Se o amor vai bem, tudo vai bem na vida! Mas ao lado da dependência, também temos medo da felicidade. De nos entregarmos numa relação que, com o tempo, poderá não dar certo e nos frustrarmos, machucarmos sentimentalmente. E para evitarmos o que pode ser ou não uma decepção, preferimos não nos arriscar nas relações.
Esquecemos que o simples ato viver já é um fator de risco com ganhos e perdas em qualquer setor.
A mente humana tem de maneira natural a mania de ser negativa. Quando nos entregamos em uma nova relação amorosa, passado o clima inicial de euforia, poderá surgir, mesmo que de maneira inconsciente, sentimentos de inquietação, nervosismo vago e indefinido como se fosse impossível preservar tamanha felicidade. Temos várias dúvidas com relação àquela pessoa e momento que estamos vivendo. E esse sentimento de perda é cada vez maior à medida que nos sentimos mais felizes. Um estranho raciocínio, como uma criança que teme perder o seu brinquedo preferido. Amar é mesmo um sentimento bipolar entre a sensação de plenitude e um pânico inconsciente do medo da perda.
Hoje em dia, quando buscamos cada vez mais o imediatismo, as pessoas não estão dispostas a investir na construção de relacionamentos onde tudo tem o seu tempo de acontecer, respeitando as fases. Com isso, afastam-se cada vez mais de seus direitos de felicidade. Quando surgem as oportunidades, procuramos nas pessoas muito mais seus defeitos, criamos os obstáculos para não entrarmos naquela relação – o que no fundo revela o nosso medo de amar, um jeito de apagar nossa alegria. Novos mecanismos de defesa da vida atual.
Mas o medo de perda sempre existirá em todos nós. E sinto que nesta sociedade individualista e com muitas formas de competições, ele estar cada vez mais acentuado.
Nossa força emocional deve consistir em identificar e superar nossos próprios medos, inclusive no amor. E com certeza, muitas dessas pessoas que hoje abrem mão de uma vida sentimental em nome de suas independências, no futuro estarão “chorando as pitangas” deitadas em várias formas de divãs.
Só que essa busca teve suas conseqüências. Nossa realidade não permite mais espaço para os contos-de-fadas. Estamos vivendo em uma cultura cada vez mais individualizada, pautada pelos nossos interesses individuais. O ego de nossa individualidade incha-se cada vez mais. E isso se reflete no campo sentimental. Nosso discurso continua a dizer que sonhamos viver um grande amor; mas nossas ações não querem fazer concessões do tipo ceder às pressões do parceiro. Queremos sim, impor-nos sobre o outro, ser servido sentimentalmente, mas desde que a outra parte esteja sobre em nosso domínio. Esquecemos que amar é a arte de às vezes ceder, compartilhar, ser recíproco e não os donos de todas as situações.
Pautado pelo nosso medo de perder a nossa individualidade e independência, surgem alguns medos oriundo de várias fontes, sendo uma delas as nossas fragilidades que tentamos a todo instante ocultar. Só consegue viver uma história de amor quem não teme a se entregar numa relação, a ter certo grau de dependência do outro, o que também não significa ficar na mão da pessoa e sim compartilhar sentimentos e momentos juntos. E muitos hoje em dia, por não conseguirem ter essa abertura de entrega amorosa, sufocada pelo modismo do individualismo, estão desenvolvendo em suas psiques grande sofrimento e dor. Essas pessoas querem apenas ser amadas em vez de amar para não se decepcionar quando ocorrer o fim das relações. Sobre o escudo de quem é maduro e dono da situação, na verdade pode esse comportamento estar “denunciando” um ato de falta de amadurecimento sentimental, o medo de se entregar nas experimentações ou, sendo popular, revelar um ato de covardia.
Esta cada vez mais em alta e amor-passional, egoísta com suas necessidades de exclusividade e absorção muito mais interessado nas atrações físicas, paixão e idealização do parceiro. De surgimento súbito e com pouca duração por ser basicamente muito mais uma questão de emoção/atração do que deliberação e escolha. É no amor-passional que estão muito mais os medos que o amor se acabe, surgindo os sentimentos de perdas. Por isto, há mais as necessidades e assistência mútua nas atividades cotidianas básicas de cada um, a enorme necessidade de estar a todo o momento policiando os passos e atividades do outro.
Nada deixa o ser humano tão feliz e realizado quanto estar bem no campo sentimental, estar ao lado da pessoa amada com sensação de plenitude e paz. Se o amor vai bem, tudo vai bem na vida! Mas ao lado da dependência, também temos medo da felicidade. De nos entregarmos numa relação que, com o tempo, poderá não dar certo e nos frustrarmos, machucarmos sentimentalmente. E para evitarmos o que pode ser ou não uma decepção, preferimos não nos arriscar nas relações.
Esquecemos que o simples ato viver já é um fator de risco com ganhos e perdas em qualquer setor.
A mente humana tem de maneira natural a mania de ser negativa. Quando nos entregamos em uma nova relação amorosa, passado o clima inicial de euforia, poderá surgir, mesmo que de maneira inconsciente, sentimentos de inquietação, nervosismo vago e indefinido como se fosse impossível preservar tamanha felicidade. Temos várias dúvidas com relação àquela pessoa e momento que estamos vivendo. E esse sentimento de perda é cada vez maior à medida que nos sentimos mais felizes. Um estranho raciocínio, como uma criança que teme perder o seu brinquedo preferido. Amar é mesmo um sentimento bipolar entre a sensação de plenitude e um pânico inconsciente do medo da perda.
Hoje em dia, quando buscamos cada vez mais o imediatismo, as pessoas não estão dispostas a investir na construção de relacionamentos onde tudo tem o seu tempo de acontecer, respeitando as fases. Com isso, afastam-se cada vez mais de seus direitos de felicidade. Quando surgem as oportunidades, procuramos nas pessoas muito mais seus defeitos, criamos os obstáculos para não entrarmos naquela relação – o que no fundo revela o nosso medo de amar, um jeito de apagar nossa alegria. Novos mecanismos de defesa da vida atual.
Mas o medo de perda sempre existirá em todos nós. E sinto que nesta sociedade individualista e com muitas formas de competições, ele estar cada vez mais acentuado.
Nossa força emocional deve consistir em identificar e superar nossos próprios medos, inclusive no amor. E com certeza, muitas dessas pessoas que hoje abrem mão de uma vida sentimental em nome de suas independências, no futuro estarão “chorando as pitangas” deitadas em várias formas de divãs.
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